Num setor onde a sustentabilidade assume um papel cada vez mais relevante, distinguir compromissos ambientais efetivos de estratégias de comunicação tornou-se essencial.
Materiais apresentados como «eco», edifícios, «verdes» e produtos «sustentáveis» são cada vez mais comuns, mas até que ponto estas alegações são fundamentadas?
Nesta segunda sessão, que terá lugar no Laufen Roca Lisboa Gallery, vamos explorar o papel das certificações de edifícios e produtos, procurando compreender o que avaliam, quais as suas limitações e que garantias oferecem. A conversa irá também abordar os fenómenos de greenwashing e social washing no setor da construção e dos interiores, analisando a forma como se manifestam, desde as fichas técnicas às campanhas de comunicação das marcas.
Num contexto de crescente exigência regulamentar a nível europeu, que procura combater alegações ambientais genéricas ou sem comprovação, importa desenvolver um olhar mais crítico e informado sobre as soluções disponíveis no mercado.
Em formato de mesa-redonda, a sessão parte de uma questão central: que perguntas devemos fazer antes de confiar numa alegação de sustentabilidade, seja de um fornecedor, de um material ou de um edifício?
A conversa será moderada por Inês Viana e Alexandra Santos, da CPlace.